quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Mortal Kombat - O grande torneio.


Por: Felipe Couto

  Esse post é longo, mas é com imenso prazer que venho falar dessa grande série de games de luta dos anos 90, pois, sou fã até hoje e esse foi um dos games que marcaram minha infância, junto com grandes amigos, espero que gostem.


  Mortal Kombat nasceu em 1992, criado por Ed Boon e John Tobias, em tempos que nos arcades (fliperamas), outra série de games de luta Street Fighter era a sensação do momento.
Os criadores tinham que desenvolver um game que rivalizasse com Street Fighter e fosse tão importante quanto, portanto, diferenças deviam ser notórias, e assim foram.

  Entre as novidades, as principais e mais visíveis eram realmente gráficas, onde atores reais emprestaram seus movimentos e imagens transformadas para 2D (visão de plataforma), e a outra novidade era a violência, algo incomum em games de luta da época, sangue voava após cada golpe desferido, e por fim, depois de vencer seu oponente, o fatality era desferido, uma finalização mortal que cada personagem obtinha uma. Isso além de atrair os jogadores convencionais, atraiam os mais adultos também. Mais tarde, o game foi lançado para os consoles Mega Drive e SuperNes.

(Lutadores principais do game)
  No primeiro game da longa série (de acordo com a imagem ao lado), Johnny Cage, Kano, Raiden, Liu Kang, Scorpion, Sub Zero, Sonya eram os lutadores principais, do qual participavam do torneio combatendo todos os demais, e por fim os vilões (chefes) principais do game, o monstruoso Goro e o feiticeiro Shang Tsung.

  A historia era melhor elaborada que a do concorrente, nada extraordinário, mas bem elaborada para um game de luta onde o que importa é surrar e matar o adversário.

  De geração em geração, um torneio entre mundos paralelos acontecia em um mundo chamado Outworld. Shang Tsung, organizador do torneio tinha em mente dominar outros mundos ao lado de seu superior, o imperador de Outworld, Shao Kahn.
Caso Shang Tsung obtivesse vitória, Tsung e Kahn teriam liberdade total para ir e vir no mundo perdedor, e assim, Liu Kang, Raiden, Johnny Cage e Sonya eram os responsáveis pela salvação da Terra.

  Mortal Kombat conseguiu combater de frente com Street Fighter (ainda, sem a rivalidade infantil de hoje em dia onde um fã rivaliza com outro fã), o game já fazia sucesso e também polemicas devido a violência, mas mesmo assim fez milhões de fãs mundo a fora (como eu).

  Não foi somente no mundo dos games que Mortal Kombat surgia.
Revistas em quadrinhos, card games, desenhos animados, seriados, show teatral e cinema, Mortal Kombat estava em várias áreas do entretenimento devido o grande sucesso.

  Mortal Kombat: Live Tour foi a peça teatral onde atores interpretavam personagens do game.

  As HQs tinham publicações da Midway studios (original do game) e Warner Bros.
  
  Mortal Kombat: Defenders of the Realm foi o desenho animado lançado em 1993, baseada no game Mortal Kombat 3.
  
  Em 1995 foi lançado Mortal Kombat: Conquest, seu primeiro seriado para TV, considerado  também um spin-off (trama fora da historia original) pela produtora.

Mortal Kombat o filme (1995). Sub Zero e Liu Kang

  Também em 1995, Mortal Kombat ganhou sua adaptação para o cinema, com direção de Paul W. S. Anderson (Aliens vs Predator e saga Resident Evil no cinema), estrelado por Christopher Lambert (Highlander) como o deus do trovão Raiden e Robin Shou (Dragão - A Historia de Bruce Lee) como o monge shaolin Liu Kang, e foi um enorme sucesso, diferente do filme de seu concorrente numero um, Street Fighter, estrelado por Raúl Juliá (A Família Addams) como M. Bison, e Jean-Claude Van Damme (O Grande Dragão Branco) como Guile.

  Com o sucesso do filme de 1995, Mortal Kombat: Annihilation,  foi sua continuação direta, mas não sendo tão bem recebido como seu antecessor.


Mortal Kombat Legacy - Os cyborgs Cyrax e Sector

  Em 2010 foi lançada sua segunda série, atualmente uma websérie transmitida pelo Machinima, Mortal Kombat: Legacy, que foi relativamente bem recebida, e agora em 2013 terá sua segunda temporada.  
De acordo com o a Warner Bros, o diretor da websérie (Kevin Tancharoen) irá, até o momento, também comandar o próximo filme de Mortal Kombat para o cinema


  


  Mas, voltando aos games, MK (para os mais íntimos) continuou, mantendo suas características marcantes e qualidades, isso ate (para muitos jogadores da série), o terceiro game da série.

(Shao Kahn e Shang Tsung)
  
  A historia evoluiu da seguinte forma: Shang Tsung perdeu o primeiro torneio, sendo derrotado pelo monge shaolin Liu Kang, que poupou sua vida.
Shao Kahn não faria o mesmo, e prestes a matar o feiticeiro, acaba sabendo de uma última estratégia de Tsung, que queria se redimir provando que teriam chances de derrotar os defensores da Terra caso o torneio acontecesse em Outworld, e assim chega Mortal Kombat II (1993).

  Até então a historia conseguia rumar bem, sendo que em Mortal Kombat 3 (1995), Tsung e Kahn haviam perdido novamente o torneio, e resolveram invadir o reino da Terra, que estava desprotegida por Liu Kang, Raiden e os demais estarem em batalha em Outworld, para que assim acontecesse o terceiro torneio.

  E assim vinham mais games da série em que continuavam a historia (por data de lançamento): 

(1996) Ultimate Mortal Kombat 3
(1996) Mortal Kombat Trilogy
(1996) Mortal Kombat 4 (a partir dai, a série abandona o sistema 2D para 3D)
(1997) Mortal Kombat Gold
(2000) Mortal Kombat: Special Forces (spin-off)
(2001) Mortal Kombat Advance 
(2002) Mortal Kombat: Deadly Alliance
(2003) Mortal Kombat: Tournament Edition 
(2004) Mortal Kombat: Deception
(2005) Mortal Kombat: Shaolin Monks
(2005) Mortal Kombat: Unchained
(2006) Mortal Kombat: Armageddon
(2008) Mortal Kombat vs. DC Universe (spin-off)     

  Para alguns a historia não importava muito, somente a diversão e violência eram o bastante, mas para muitos isso era exatamente o contrário, e foi ai que a série entrou em sério declínio. 
O game perdia seu brilho, pois, mesmo com a chegada de muitos novos personagens e tecnologia sempre crescente, a historia além de confusa, teve um péssimo cuidado, sendo quase totalmente descartada, e ultimamente reiniciada.


-  Nasce a esperança para a saga nos games:

  Mortal Kombat 9, ou originalmente Mortal Kombat (2011), é agora o reinicio da série e último game lançado pela Warner Bros e NetherRealm Studio.
É aqui que a historia foi reiniciada a partir da decisão dos criadores.

  Com ligação direta com o game antecessor (Mortal Kombat: Armageddon),  de pé só sobram Raiden e Shao Kahn lutando ate a morte no fim da historia, e Raiden fracassa.
Momentos antes de sua morte, o deus do trovão reúne suas últimas forças e consegue enviar uma mensagem mental para ele mesmo no passado, assim podendo reescrever o rumo da Terra e evitar certos erros que os levou ao fracasso.
O melhor disso tudo é como o enredo é contado, de forma simples, eficiente e divertida, através de cutscenes em um modo historia do game, que por sinal foi muito elogiado por todos os fãs da série.

(Scorpion e Sub Zero no cenário clássico The Pit)

  Com o uso da engine Unreal 3, o game nos trás um visual incrível, deixando a brutalidade ainda mais viva na tela. A volta do game visto/jogado em plataforma, mas com gráficos 3D em que a câmera do game pode dar closes e focos diferentes em certos movimentos e golpes dos personagens, foi um sucesso total.

  A jogabilidade porém mudou em alguns quesitos, como comandos para se executar golpes especiais dos personagens. Desde MK ate os antecessores deste, os comandos para executar tal golpe especial eram os mesmos, mas nesse game foi totalmente modificado, fazendo um veterano estranhar o que já sabia fazer a tempos atrás, mas nada que um pouco de prática resolva.

(Golpe x-ray de Liu Kang)

  Em compensação, as novidades ai compensam, possibilitando executar golpes especiais com mais força e hits de acertos usando uma barra de energia própria para tal, e o principal x-ray, golpe especial em que o lutador acerta um golpe dramático no oponente e a tela nos mostra o efeito do golpe em ossos e músculos, onde dentes e sangue voam pela tela, tudo com um visual de primeira.





(Baraka aplica seu fatality, partindo o adversário ao meio)

  Claro que não podemos esquecer dos tão famoso Fatalty.
Aproveitando o belo visual do game, os criadores quiseram resgatar o que Mortal Kombat tinha de assinatura, pois, no game anteriormente lançado (Mortal Kombat vs. DC Universe), a violência de Mortal Kombat foi reduzida quase a zero, devido a política que a DC tem, e não queria ver seus heróis arrancando cabeças nem queimando alguém ainda vivo em um game que eles fizeram parte.
Nesse ponto, Mortal Kombat também é triunfante, ignorando a polemica que poderia surgir devido a isso, os fatalitys estão de volta, mais sangrentos e violentos que nunca, presente mais que bem vindo aos amantes do game.


(Kratos em Mortal Kombat)

  Mais novidades foram adicionadas, como lutas entre times de 2 contra 2, a Krypta onde você navega e pode ver suas conquistas e colecionáveis do game, lutas agora online, e ate mesmo participações especiais como a de Kratos de God Of War (exclusivo para Playstation 3) e Freddy Kruger dos filmes A Hora Do Pesadelo.

  Efeitos sonoros e músicas muito bons para embalar as lutas, e linguagem para legendas em português, com alguns poucos erros mas em geral muito bom.
A volta dos mini-games entre as lutas test your myght também estavam de volta, junto com test your sight e test your luck.
O game também conta com legendas em português.

  Por fim, o game saiu para Playstation 3 e XBox 360. Havia rumores de uma versão para PC que não aconteceu de fato.


Curiosidade nerd: Inicialmente Mortal Kombat foi inspirado no filme O Grande Dragão Branco, e um de seus personagens principais, Johnny Cage, foi inspirado em Jean-Claude Van Damme. Ele até mesmo foi convidado para fazer a captura de movimentos de Johnny Cage, mas o ator estava ocupado demais com gravações no cinema.

Alguns lutadores de Mortal Kombat nasceram de erros (glitch) que o game tinha.

Uma delas foi Skarlet, devido erro em Mortal kombat 2 em que Kitana apresentava uma cor chapada de vermelho, e assim nasceu Skarlet, trajando uniforme vermelho em Mortal Kombat (2011).

O ninja Rain, surgiu de última hora sem ainda ter nome em sua criação, e um dos criadores deu o nome a ele devido a música Purple Rain, de Prince, como a música era romântica, Rain foi um galã em sua historia principal.

O ninja réptil foi a combinação de poderes de Sub Zero e Scorpion no primeiro game da série, um personagem escondido no fundo do cenário The Pit. Reptile usa cor verde devido a mistura das cores de Sub Zero e Scorpion (azul e amarelo).

Noob Saibot é um ninja negro controlador das sombras, que leva o nome dos criadores John Tobias e  Ed Boon ao contrário - Boon/Noob Tobias/Saibot.

 
• Gráficos (visual): 8,7
- Belos gráficos proporcionados pela Unreal 3 engine, ótima movimentação dos personagens e a brutalidade com novo visual. Só não é melhor devido a falta de uma boa suavização de serrilhados.
 
•  Áudio (sons e musicas): 9,0
- Os efeitos sonoros são muito bons, com divisão de sons competente, músicas bem escolhidas e algumas clássicas remixadas.

• Jogabilidade (controle): 9,0
- Jogabilidade rápida, resposta de comando igualmente eficiente e fácil para leigos no estilo pegarem o jeito. A mudança de comandos para alguns golpes especiais atrapalham no início, mas só no início, logo se pega a prática.

• Diversão: 10
- É muito bom e ate nostálgico jogar o game que trouxe de volta o melhor da série sem esquecer de nada. Detonar o computador e principalmente seus amigos e aplicar fatalitys no fim, é algo que só Mortal Kombat pode nos trazer.

Minha nota: 10

Obs: Como no blog em geral, essa análise é minha opinião em particular, e como cada um tem a sua, fique a vontade para comentar compartilhando a sua opinião com a gente.
 


Trailer do game:



Trailer onde Kratos aparece:


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Começa a última temporada de Spartacus.



Por: Augusto Brasil

Com o início da terceira temporada de Spartacus, intitulada de War of the Damned, caminhamos para o final da jornada do nosso herói trácio. A série foi baseada na vida de um escravo que foi transformado em gladiador após desertar de uma tropa auxiliar do exército romano. E como os roteiristas estão seguindo em parte a história original, podemos contar com a morte de Spartacus e a derrota do exército rebelde no final da série, o que ira deixar muitos espectadores tristes, como eu, já que o personagem conquistou os corações de muitos fãs ao redor do mundo.

A primeira cena já nos enche os olhos com uma excelente sequência de batalha. E contendo as clássicas cenas em slow motion da série, somadas a uma trilha sonora empolgante, o diretor nos da uma prévia do que nos aguarda.

(Ator Simon Merells interpreta o romano Crassus)

        Como relatado na história, é Marcus Licinius Crassus que derrota o exército rebelde, e a construção deste personagem na série está fantástica. O romano que é interpretado por Simon Merrells  se mostrou diferente dos outros romanos, já que não subestima os rebeldes pelo fato de serem escravos.
   
       Para derrotar Spartacus ele julga necessário aprender a lutar como ele, para isso ele conta com a ajuda e treinamento do campeão Hilarus (Richard Norton). Não irei dar muitos detalhes para não tirar a surpresa, mas digo que estou ansioso pelo episódio em que Crassus e Spartacus (Liam Mclntyre) ficarão cara a cara.

Enfim vamos acompanhar a temporada e aguardar pelo seu desfecho que espero ser no mínimo épico!

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Crysis 3 - Beta multiplayer


Por: Felipe Couto

  Está disponível hoje (dia 29/01/2013) a demo (teste) do game Crysis 3, e vim falar minhas primeiras impressões.

  Como joguei a versão de PC, pude conferir o que todos esperam quando se fala de Crysis, os gráficos.

  Por ser multiplayer, e talvez por ainda ser uma versão demo, o game não chega a impressionar mais que o primeiro ou segundo da série, que graficamente já eram ótimos e bastante detalhados.
Feito também com uso do DirectX 11 (o que resulta em gráficos ainda mais polidos e belos), o game multiplayer está sim bonito, com bastante opções de ajuste referente ao visual, principalmente a suavização de serrilhados (anti aliasing), onde se pode optar por FXAA, MSAA e TXAA.

  O que sabemos é que, a versão completa do game e single player será visualmente mais refinado, e ai sim talvez sentiremos nossas placas de video suarem.

  Sobre o game, dois modos estão disponíveis, o Hunter, onde um grupo assume os hunters e o outro grupo os soldiers da organização inimiga do game. O outro modo é um Conquest, onde dois grupos conquistam territórios e roubam bandeira.

  O controle as vezes é bem leve, responde bem (dependerá da conexão e ping da pessoa) e em geral é divertido aproveitar as características que Crysis trás, como em destaque a nanosuit e seus modos de comportamento.

  O game completo sai dia 19/02/2013 para PC, Xbox 360 e Playstation 3.
Volto depois com uma impressão completa após ter a versão completa do game.


Trailer do game:


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Impressões - The Dark Knight Rises




Por: Felipe Couto

  Hoje, com imenso prazer vim falar de um filme que, na verdade, merece se falar da saga inteira.
 
  Batman, um grande e clássico personagem/herói do universo e editora DC Comics, recebe mais uma vez adaptações para o cinema, e dessa vez no comando do diretor Christopher Nolan, que por sua vez, conseguiu dar um toque mais dramático, com tom de filme policial/drama, mantendo o tradicional clima sombrio do herói no manto do morcego.

  Nolan obteve um tremendo sucesso, sendo até mesmo hoje em dia, referência para filmes de heróis inspirados com o tema dramático e sombrio, o que no fundo, não serve para qualquer personagem, pois, isso é questão de base, criação e características de cada personagem.
 
  É claro que nem Nolan nem ninguém agrada a gregos e troianos, existindo sim um público que não saiu satisfeito do cinema depois de ver as obras do diretor, por questão de conservadorismo talvez (se baseando diretamente nas HQs). Mas o que realmente vemos, é que mais agradou do que decepcionou.
 
(Um dos momentos mais esperados, o duelo entre o herói e vilão)
  The Dark Knight Rises nos apresentou o fechamento da querida trilogia. Nolan tentou se superar em todos os quesitos, principalmente no tom de seus personagens para trama, onde teve o cuidado de manter a curiosidade do publico após o grandioso e talvez único trabalho do falecido Heath Ledger, que interpretou o Coringa (Joker) no segundo filme Batman The Dark Knight, nos trazendo o vilão mais físico e violento Bane, interpretado por Tom Hardy, que na minha opinião fez um excelente trabalho, onde não só demonstra força bruta, mas também um ótimo senso de estratégia e brutalidade.
 
  Personagens como Miranda Tate (Marion Cotillard), Selina Kyle (Anne Hathaway), Gordon (Gary Oldman), Blake (Joseph Gordon-Levitt) e Alfred (Michael Caine) também tiveram grande importância, cada qual em seu espaço e tempo no decorrer do filme, com grandes atuações.
 
  Bruce Wayne (Christian Bale) conseguiu manter seu bom nível com o personagem, tanto como Bruce quanto Batman, que dessa vez teve realmente de ressurgir em meio ao terror e desespero que Bane cria, demonstrando que a Liga Das Sombras de Ra's Al Ghul ainda estava viva e vibrante na busca por vingânça e destruição de Ghotam City.
 
(Batman em seu módulo de fuga/motocicleta)
  O Filme de fato consegue nos passar falta de esperança na situação caótica, com ameaça a explosão nuclear e o controle total de Bane sobre a situação. Foi emocionante ver um herói vencer sua talvez pior queda e derrota, perda financeira, desentendimento com seu mordomo/amigo, a descoberta que a idade chega e seu corpo não suporta mais, e acima disso tudo mostrar que o senso de responsabilidade, perseverança e esperança pelo que se luta/defende, é bem maior.
 
  Cenas de ação competentes, as vezes demoradas para acontecer, mas de qualidade visando o estilo de ação do personagem. A tensão foi algo forte no filme, em parceria com a bela trilha sonora de Hans Zimmer, certamente será um filme, ou melhor dizendo, saga, que deixará saudades devido ao belíssimo trabalho feito por Christopher Nolan.

 
Curiosidade nerd: Durante uma sessão da meia-noite em um shopping de Aurora, Colorado, um atirador com uma máscara de gás abriu fogo dentro do cinema, matando 12 pessoas e ferindo outras 58. O único suspeito é James Eagan Holmes.  Em sua declaração à polícia, Holmes disse ser o Coringa, e que havia uma bomba armada para quem invadisse seu apartamento. A polícia realmente encontrou explosivos na residência de Holmes.  A Warner Bros. lançou um pedido de condolências, cancelou uma pré-estréia em Paris.


Minha nota: 9,5
 
Trailer do filme:


Impressões - Far cry 3




Por: Felipe Couto

  Se imagine em uma ilha paradisíaca, onde uma viagem com amigos cairia perfeitamente bem, sol, mar, montanhas, fauna, flora e tudo mais pra se apreciar e interagir. Perfeito, não? Sim devia ser, mas no caso de Far Cry 3, não.

  Com um enredo e desenrolar da história em nível Hollywoodiano, o protagonista Jason Brody (você) irá encarar uma bela, maluca e pesada aventura/ação.
Jason e seus dois irmãos, namorada, amigo e cunhada decidiram curtir as férias em uma ilha entre os oceanos Índico e Pacífico, e quando chegam em solo firme, são capturados pela gangue de Vaas, e é ai que a coisa fica séria.
Jason agora tem de além de amadurecer, tem de aprender a sobreviver na ilha tropical e também a usar armas de varios estilos e calibres, e claro, provar ser dígno e se tornar um guerreiro Rakyat (tribo guerreira local) 

  Elementos atrativos como cenário aberto (open world), onde a liberdade cresce num cenário realmente grande para exploração. 
Armas, veículos terrestres e aquáticos, animais da região não hostis e hostis, uma organização criminosa e contrabandista de piratas locais, uma tribo guerreira que clama e luta por justiça, e tecnicamente belos gráficos, sons, jogabilidade em primeira pessoa (também com elementos furtivos que renderão mais pontos), tudo isso reunido em um só belo game, onde ajudar habitantes locais, caçar plantas para vacinas de ampliação de habilidades e de cura, caçar animais diversos pra confeccionar maiores e melhores bolsas, coldres e carteiras, serão tarefas essenciais. 

  Pra quem gosta de drama, o game não decepciona, pois os vilões principais do game, o mercador e chefe da organização Hoyt, sarcástico e inteligente, e Vaas Montenegro, o psicopata imprevisível e discimulado, lider do bando de piratas/soldados da organização opressora da ilha.
 
 
"Eu já lhe contei qual é a definição de insanidade?"

  É Vass quem dita o show, ele quem impulsiona a maior parte da historia, e acabou sendo o mais querido personagem no game. 
  
O personagem foi bem desenvolvido pelo ator Michel Mando, que com a captura de movimentos corporais e faciais emprestadas para o game, conseguiu nos passar o pavor de um psicopata perfeito, muito comparado ao papel que Joker (Coringa) de  Heath Ledger no filme Batman The Dark Knight, que chegou a cativar pelo seu belo papel, Vaas também cativa pelo seu jeito imprevisível de ser e totalmente inconsequente.

  Outros personagens também foram bem recebidos e tem seu brilho próprio, e juntamente do desenrolar dinâmico e cheio de ação do game, Far Cry 3 é uma ótima pedida e diversão pra quem curte games do gênero.

   Por fim, lembrando que o game é legendado em português.


  O Game é desenvolvido pela grandiosa Ubisoft, e esta disponível para PC, XBox 360 e Playstation 3. 


Curiosidade nerd: A versão japonesa de Far Cry 3 foi censurada com algumas modificações em comparação com a versão original. De acordo com a Ubisoft os corpos feridos foram removidos, uma cena de sexo que mostra uma ferida aberta foi editada.




Versão de PC

• Gráficos (visual): 9,0
- Belo visual tropical em uma ilha realmente grande pra se explorar, suavização de serrilhados muito boa, uma boa profudidade, efeitos de luz e texturas, mas a renderização é feita em curta distância, atrapalhando um pouco o visual.
 
•  Audio (sons e musicas): 9,0
- Os efeitos sonoros são muito bons, com divisão de sons competente, músicas bem escolhidas para o clima do game, o problema é que as vezes dependendo da missão a música acaba ficando repetitiva.

• Jogabilidade (controle): 9,0
- Controle básico de game em primeira pessoa, resposta rápida e eficiente em geral.

• Diversão: 10
- É muito divertido sair explorando um mapa gigantesco por terra, mar e ar (dependendo do que vc usa no game), caçar, combater e seguir a historia do game nos prende por horas se bobearmos.

Minha nota: 10

Obs: Como no blog em geral, essa análise é minha opinião em particular, e como cada um tem a sua, fique a vontade para comentar compartilhando a sua opinião com a gente.


Trailer do game: